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| Embrapa Mandioca e Fruticultura leva novidades para o Show Rural Coopavel 2012 |
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| Escrito por Revista Produz |
| Qua, 08 de Fevereiro de 2012 00:00 |
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A Embrapa Mandioca e Fruticultura (Cruz das Almas – BA), Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, participa do Show Rural Coopavel, de 6 a 10 de fevereiro, em Cascavel (PR), com a demonstração de várias tecnologias. O público vai poder conhecer a ‘BRS Ajubá’, primeira cultivar de abacaxi adaptada ao Noroeste do estado do Rio Grande do Sul, resultado de dez anos de pesquisa do programa de melhoramento genético do abacaxizeiro liderado pela Unidade. A ‘BRS Ajubá’ tem como principal característica a resistência à fusariose, mais importante doença da cultura no Brasil, causada pelo fungo Fusarium subglutinans, que pode gerar perdas superiores a 80% da produção. A utilização de cultivares resistentes à fusariose, como a Ajubá, pode aumentar a produtividade ao reduzir custos, pois são eliminadas de quatro a seis pulverizações com fungicidas para o controle preventivo da doença. Por não demandar o uso de agrotóxico, a variedade é indicada para a produção agroecológica e a agricultura familiar. Produz frutos com polpa amarela, elevado teor de açucares e é recomendada para consumo in natura e para a indústria. Outra vantagem é a ausência de espinhos nas folhas, o que facilita o manejo na colheita e na pós-colheita. Mandioca Introduzida para avaliação nos estados do Paraná e Mato Grosso do Sul em 2009, a mandioca de mesa (aipim ou macaxeira) ‘BRS Moura’ será apresentada ao público pela primeira vez. Recomendada pela Embrapa Cerrados (Planaltina – DF) e validada em Diamante do Norte (PR) pela Embrapa Mandioca e Fruticultura, a ‘BRS Moura’ obteve produtividade média de 24,4 toneladas/hectare. O tempo de cozimento foi inferior a 20 minutos e o padrão da massa considerado de boa qualidade, sem fibras. “Um aspecto importante que ressaltou a boa adaptação da ‘BRS Moura’ foi o teor de amido de 26%”, explica Marco Rangel, pesquisador da Embrapa Mandioca e Fruticultura que liderou o trabalho de avaliação. Outras características que evidenciam a recomendação da variedade para o Noroeste do Paraná são a cor da polpa (amarela intensa), a boa tolerância às principais doenças da região, o alto vigor, a arquitetura ereta e a produção de ramas de alta qualidade. “Já há interesse de indústrias do Paraná em avaliar a ‘BRS Moura’ para o processamento de salgados e chips. E os agricultores familiares assentados da região do Pontal do Paranapanema terão uma alternativa de atividade rentável, com possibilidade de produção sem uso de agrotóxicos, e com expectativa de inserção em mercados que estão em expansão”, salienta Rangel. Outra mandioca de mesa demonstrada será a ‘BRS Jari’, cujas raízes têm alto teor de betacaroteno (precursor de vitamina A) e coloração amarela intensa. A cultivar é uma excelente alternativa para minimizar o déficit de vitamina A em populações carentes deste nutriente e, para que a pró-vitamina não se perca durante o processamento, o ideal é que as raízes sejam consumidas cozidas. A colheita deve ser feita entre 10 a 12 meses após o plantio, mas, com o uso de adubação e irrigação, pode ser feita a partir dos seis meses. Chips Armadilha CNPMF Beijus coloridos Banana |




